Aleksandra Ahrens é diretora Web3 na fliggs mobile, uma nova operadora móvel virtual e descentralizada que vai começar a operar nos Estados Unidos no início de 2024, utilizando a infraestrutura da T-Mobile para oferecer conectividade 5G.
A fliggs diferencia-se por ser uma porta de acesso à Web3. Por exemplo, ao fazer o registo na aplicação, os utilizadores recebem uma wallet da qual são proprietários (os utilizadores têm acesso à sua chave privada e total controlo dos seus ativos). É nesta wallet que os clientes são remunerados com criptomoedas sempre que subscrevem o serviço da fliggs ou quando recomendam a fliggs a amigos. Estas criptomoedas podem depois ser utilizadas para pagar a fatura do mês seguinte, fazer uma doação ou podem ser enviadas para outras wallets.
Para Aleksandra Ahrens, o que torna a fliggs mobile “verdadeiramente única” é o facto de conceder aos clientes uma identificação digital descentralizada que permite o acesso universal a serviços Web3 e fintech, com o objetivo de que tenham maior controlo sobre os seus dados e de aumentar a privacidade nas transações digitais.
Ainda nesta edição: Receitas da Meta com maior crescimento desde 2021 | Receitas e lucros…
O resumo da semana do SuperToast, 100% gerado por AI.
Ainda nesta edição: Snap prepara novos óculos com AI | X corta pagamentos a conteúdos…
A DUA 2.0 é uma plataforma de inteligência artificial desenvolvida pela empresa portuguesa 2 Lados,…
Tony Fadell, engenheiro designer e empresário e autor do livro Build
Ainda nesta edição: Apple testa óculos inteligentes | Whoop avaliada em 10 mil milhões de…