Osmo: depois de ver e ouvir, os computadores podem cheirar
- A Osmo AI criou uma plataforma que utiliza inteligência artificial para descodificar a linguagem dos cheiros.
- A longo prazo, um dos grandes objetivos da Osmo é ajudar médicos a traçar diagnósticos, isto porque o cheiro contém informações úteis para detetar doenças.
Criar um mundo em que os computadores conseguem não só interpretar imagens e som, como também analisar cheiros. A Osmo foi criada em 2023 com a missão de permitir aos computadores “ter olfato”.
Liderada pelo ex-neurocientista da Google, Alex Wiltschko, esta startup americana desenvolveu uma plataforma que utiliza inteligência artificial para descodificar a linguagem dos cheiros.
A solução foi desenvolvida com base em modelos de inteligência artificial que fazem previsões, com elevada precisão, sobre porque é que uma molécula tem um determinado cheiro.
Para já, a plataforma apoia na produção de moléculas aromáticas mais seguras e sustentáveis para fragrâncias em produtos como perfumes, champôs, repelentes de insectos e detergentes.
A longo prazo, um dos grandes objetivos da Osmo é ajudar médicos a traçar diagnósticos, isto porque o cheiro contém informações úteis para detetar doenças.
Desde que foi fundada em 2023, a Osmo já captou mais de 60 milhões de dólares e tem a Google Ventures como um dos principais investidores.