Apple: iPhone representa 43% das receitas

A Apple apresenta ao longo dos últimos trimestres um crescimento sustentado impar quando comprarada com as suas principais concorrentes (Google, RIM, Microsoft, Nokia).
Depois de ter apresentado resultados históricos, em que apresentou receitas no trimestre de 20 mil milhões de dólares vale a pena perceber a distribuição das receitas por cada uma dos produtos e serviços.

O iPhone continua a ser o produtos estrela, a suportar cerca de 43% das receitas do último trimestre e com um crescimento na facturação de 90% no último ano.
Uma análise que seria interessante é avaliar o efeito alavanca entre cada um dos produtos e serviços (certamente que a Apple faz essa análise).

O único produto a descer nas receitas é o iPod. Mas, é possível que os resultados deste trimestre esta tendência se altere com a nova gama que foi recentemente lançada.

SAI chart Apple revenue Sept 2010

Apple’s iPhone business continues to surge. The company’s phone division is now by far its biggest: An $8.8 billion business last quarter, representing more than 43% of Apple’s overall sales, and growing more than 90% year-over-year.

Meanwhile, the Mac had its best quarter ever ($4.9 billion), and the iPad represented almost twice as much revenue last quarter ($2.8 billion) as the iPod ($1.5 billion).

But perhaps what’s most remarkable is how fast Apple is still growing overall. At $20.3 billion in sales last quarter, Apple still grew 67% year-over-year. For comparison, Google grew revenues 23% year-over-year last quarter, and RIM grew 31% year-over-year in its most recent reported quarter.

Fonte: Business Insider

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Nuno Ribeiro
Portugal General Manager da agência de inovação FABERNOVEL. Foi diretor da unidade de negócio multimédia do grupo Global Media (2008 a 2012), diretor da unidade de negócios de Internet do grupo Cofina Media (1999 a 2008) e consultor do secretário de Estado da Comunicação Social para a área digital (1997 a 2002). Em paralelo com a atividade profissional foi docente, coordenador de programas executivos e pós-graduações nas Universidades: Católica-Lisbon, Europeia, ISEG e Lusófona (2001 a 2016). Colaborou com artigos de opinião e comentador, sobre temas de inovação, transformação digital e nova economia nos media: Visão, Diário de Notícias, Meios & Publicidade e Económico TV. 
Autor do livro Gerir na Era Digital (2011). É licenciado em Economia pela Católica-Lisbon, onde também concluiu o curso avançado Gestão de empresas tecnológicas e uma pós-graduação em Media e Entretenimento.
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