DESTAQUES GAFANOMICS® [12/JAN/2018]

Destaques Gafanomics

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Por Patrícia Silva, Gestora de Comunicação e Marketing na FABERNOVEL INNOVATE Lisboa

“Destaques GAFAnomics®” é uma compilação dos artigos mais importantes partilhados internamente pela equipa da FABERNOVEL.

Próximo negócio da Tesla? Restaurantes

postos SuperCharger Tesla

Elon Musk quer entrar nas indústrias da restauração e entretenimento através das estações de carregamento da Tesla. Para além de lojas de conveniência e áreas lounge, Musk anunciou planos para a criação de restaurantes e cinemas nas estações com postos Supercharger em Los Angeles.

A Tesla é, uma empresa catalisadora da transformação da indústria automóvel e pretende também criar um conceito próprio em torno do abastecimento de veículos. Aproveitando o facto de os clientes despenderem entre 20 a 30 minutos nas suas estações de carregamento, a Tesla está a criar serviços com valor de utilidade com base nas necessidades dos proprietários.

Elon Musk já admitiu que vai explorar a conectividade dos Tesla para mostrar, por exemplo, o menu do restaurante no ecrã do automóvel quando este está estacionado e permitir a sua encomendas.

Agora que o fabricante de automóveis começou a instalar postos Supercharger em Portugal, será que no futuro também podemos esperar ter restaurantes e cinema nestas estações?

Baidu supera Google com estratégia “Google”?

Baidu Apollo

A Baidu, maior motor de busca chinês, está a criar o “Android” dos autoguiados para tornar estes veículos mais inteligentes e seguros.

Tal como a Google fez com o seu sistema operativo Android para smartphones, a Baidu está a disponibilizar gratuitamente o seu sistema operativo para veículos autoguiados (Apollo) a qualquer empresa que o queira integrar (incluindo fabricantes automóveis, de componentes, de chips). Esta é uma visão interessante porque vai permitir recolher um volume massivo de dados para melhorar, permanentemente, a sua tecnologia de inteligência artificial.

Recentemente, a empresa também criou uma parceria com a Blackberry, que está a tentar reinventar-se ao investir no desenvolvimento de tecnologia para veículos autoguiados.

Ao “abrir” o Android, a Google fez deste um dos sistemas operativos mais populares do mundo. Será que, ao longo do tempo, com a mesma abordagem open-source, a Baidu vai ter o mesmo resultado?

Facebook vai lançar smart speaker

Facebook Portal

O Facebook prepara-se para lançar, este ano, o Portal, um smart speaker com ecrã, semelhante ao Amazon Echo Show. Ao que tudo indica, vai permitir fazer chamadas de vídeo, aceder a serviços de streaming de música e de vídeo, como o Spotify e o Netflix, e, claro, ao Facebook.

O Portal vai estar equipado com tecnologia de reconhecimento facial, o que vai permitir identificar automaticamente o utilizador e fazer a ligação à sua conta de Facebook.

O Facebook tem 2 mil milhões de utilizadores ativos por mês, que geram um volume considerável de dados, que podem servir para elevar as capacidades do Portal para outro nível. E se esta smart speaker recomendar presentes para enviar aos nossos familiares ou lembrar-nos das suas datas de aniversário e sugerir uma chamada? Ou se souber em que eventos estamos interessados e que amigos também pretendem ir?

Além disso, o Portal passa a ser mais um canal de distribuição de conteúdos, nomeadamente de vídeo, uma área em que o Facebook tem vindo a investir consideravelmente através do Facebook Watch.

Amazon representa 44% do retalho online nos EUA

Amazon sales

4% das vendas no retalho (online e offline) nos EUA foram feitas na Amazon, em 2017, mas a percentagem sobe consideravelmente no que se refere só ao e-commerce. O que faz da Amazon uma empresa cada vez mais temida por outros retalhistas. A gigante passou de uma quota de mercado de 38% em 2016 para 44% em 2017.

A capacidade da Amazon de impulsionar o crescimento das suas principais categorias e de desenvolver novas é uma das grandes chaves do seu sucesso contínuo. E isto é fruto de uma máquina bem oleada de recomendações personalizadas e centrada na rapidez de entrega, na conveniência, na experiência de compra e numa elevada selecção de produtos.

A gigante foi capaz de impulsionar a sua maior categoria de produtos, a eletrónica de consumo, que cresceu 4%, com a adjuvante de serviços como o Smart Home Services by Amazon e da venda de colunas inteligentes Amazon Echo. Além disso, alavancou novas categorias, como a de mobiliário, com o lançamento de marcas próprias e a dos frescos, com a compra da Whole Foods.



GAFAnomics®
[ga-fɑː-nom-iks], substantivo: Novo modelo económico em rede, inspirado pelos GAFA – Google, Apple, Facebook e Amazon – que integra Unicórnios (startups com valorização acima de mil milhões de dólares), gigantes chineses de tecnologia e todas as empresas que mudam as nossas vidas através da tecnologia e inovação.

Outros acrónimos de empresas que seguem estratégias GAFAnomics®:
NATU – Netflix, AirBnB, Tesla e UBER
DUMITA – Baidu, Xiaomi, Tacent e Alibaba (os GAFA chineses).

Durma descansado, os GAFA estão a trabalhar… possivelmente para transformar (disromper) a sua indústria.

ESTUDOS GAFAnomics®:

TESLA: Uploading the Future
GAFAnomics: Nova Economia, Novas Regras
GAFAnomics: 4 super poderes, na NetworkEconomy
UBER: O vírus dos transportes
Amazon: O império escondido
Facebook: A startup perfeita
LinkedIn:  A rede séria

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