O futuro da inteligência artificial 🤖

Já todos sabemos que a pandemia da Covid19 trouxe grandes acelerações na transformação digital, na resposta da ciência (com o desenvolvimento e produção de vacinas), mudança de hábitos, como a adoção em massa do teletrabalho e consequente nomadismo, mas também um enorme aumento das dívidas dos países! 🤯

As dívidas dos Estados passarão por mais impostos no futuro, ou talvez não? A curto prazo certamente, a longo prazo, como dizia o economista Keynes, “a longo prazo, todos estaremos mortos”, mas as próximas gerações terão certamente ainda esse fardo.

Esta visão de que teremos de trabalhar mais no futuro para pagar dívidas dos Estados pode ter um fim dentro de algumas décadas, provocada pela revolução da Inteligência Artificial e da Indústria 4.0. 😊

Teremos, em breve, robôs e computadores super inteligentes que nos substituirão para passarem a ser eles a produzir. Foi isto que Sam Altman, presidente e co-fundador da associação OpenAI, quis dizer no artigo “A lei de Moore para tudo” , onde explica que a Revolução da Inteligência Artificial já chegou, que será avassaladora, e que dentro de 10 anos os 250 milhões de adultos americanos poderão receber 13.500$ por ano, produzidos por algoritmos de IA e robôs. Fiquei, por isso, com esperança que o mesmo acontecesse aos 10 milhões de portugueses.

NOTA: Não partilhem esta mensagem com os nossos governantes, podem ter a tentação de aumentar ainda mais a dívida pública e os robôs podem não chegar a tempo de nos “salvar” do aumento de impostos.

Como será o futuro da Inteligência Artificial e dos robôs? Isso foi o que Steven Spielberg imaginou, em 2001, no filme Inteligência Artificial, e que fica como sugestão para este fim de semana.

 

Bom fim de semana! 🍿 

PS: No nosso escritório já começámos a revolução 4.0 com dois robôs, que aspiram e lavam o chão e que batizámos de Teresa e Jorge. 😉

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Nuno Ribeiro
Portugal General Manager da agência de inovação FABERNOVEL. Foi diretor da unidade de negócio multimédia do grupo Global Media (2008 a 2012), diretor da unidade de negócios de Internet do grupo Cofina Media (1999 a 2008) e consultor do secretário de Estado da Comunicação Social para a área digital (1997 a 2002). Em paralelo com a atividade profissional foi docente, coordenador de programas executivos e pós-graduações nas Universidades: Católica-Lisbon, Europeia, ISEG e Lusófona (2001 a 2016). Colaborou com artigos de opinião e comentador, sobre temas de inovação, transformação digital e nova economia nos media: Visão, Diário de Notícias, Meios & Publicidade e Económico TV. 
Autor do livro Gerir na Era Digital (2011). É licenciado em Economia pela Católica-Lisbon, onde também concluiu o curso avançado Gestão de empresas tecnológicas e uma pós-graduação em Media e Entretenimento.
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