O Alzheimer afeta, segunda a Organização Mundial de Saúde, 50 milhões de pessoas em todo o mundo… e nem sempre é fácil investir nesta área. A iLoF é uma startup de biotecnologia portuguesa que tem como objetivo acelerar o recrutamento de pessoas com doenças neurodegenerativas para ensaios clínicos.
A startup desenvolveu um teste que, através de uma simples amostra de sangue, cria uma impressão digital do perfil biológico de cada doente para ajudar as farmacêuticas a recrutar as pessoas certas para os ensaios clínicos, de forma rápida, eficiente e pouco invasiva.
A análise é feita através de fotónica e recorre a inteligência artificial, permitindo uma redução de 70% do tempo necessário para classificar os doentes elegíveis para o ensaio e a redução de 40% nos custos totais dos ensaios clínicos.
Para já, a startup está focada na doença de Alzheimer e está a trabalhar com dois grupos farmacêuticos. No futuro, planeia também ajudar na área de Parkinson e oncologia.
A iLoF nasceu de um spin-off do INESC-TEC, no Porto, e opera em Portugal e no Reino Unido.
Até agora, já captou mais de 2 milhões de euros, tendo sido premiada pelo Wild Card, um programa de aceleração de projetos promovido pelo EIT Health, o maior consórcio da área da saúde, e vencido o Altice International Innovation Award 2019.
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