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Receitas da Alphabet superam expectativas

Por Nuno Ribeiro, Portugal Country Manager da FABERNOVEL

Destaques GAFAnomics®, as notícias mais relevantes das empresas que lideram a nova economia, partilhadas pela equipa da FABERNOVEL.

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Receitas da Alphabet superam expectativas

A Alphabet, a holding que detém a Google, atingiu uma receita de 41,2 mil milhões de dólares, no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 13% em relação ao mesmo período de 2019.

O lucro cresceu 2,7% para os 6,83 mil milhões de dólares.

A publicidade é a responsável pela maior fatia das receitas com 33,8 mil milhões de dólares neste trimestre, mas a Alphabet referiu que sentiu um forte abrandamento na procura de publicidade no mês de março.

Nos resultados, destacam-se a receita da Google Cloud que cresceu 52% para 2,78 mil milhões de dólares. E a receita do YouTube que cresceu 33,5% para 4 mil milhões de dólares.

Facebook duplica lucro

O lucro da Facebook duplicou para 4,5 mil milhões de dólares no primeiro trimestre de 2020, apesar da forte quebra na procura de publicidade em março. A receita atingiu os 17,74 mil milhões de dólares, mais 18% do que no ano passado.

O número de utilizadores das aplicações da Facebook também continua a aumentar, ajudado pelas aplicações de comunicação Facebook Messenger, Instagram e WhatsApp que têm agora em conjunto 3 mil milhões de utilizadores ativos por mês.

Quanto ao futuro, Mark Zuckerberg mostrou-se preocupado com o impacto do novo coronavirus na economia e ainda considera prematuro fazer previsões financeiras dado o clima de incerteza.

Tesla, rentável pelo 3º trimestre consecutivo

Pelo terceiro trimestre consecutivo, a Tesla apresentou lucro, desta vez foram 16 milhões de dólares. Quanto à receita, atingiu os 5,9 mil milhões de dólares, no primeiro trimestre deste ano.

Com uma produção de 103 mil carros dos quais vendeu 88.400, tendo sido este o primeiro trimestre em que contou com a produção da nova fábrica de Xangai e em que iniciou a produção e venda do novo Model Y.

A Tesla espera atingir a meta de venda de 500 mil carros em 2020, mas admite que o resultado vai depender das restrições impostas pela pandemia Covid-19.

Spotify conquista mais 6 milhões de subscritores

A Spotify atingiu uma receita de 2 mil milhões de dólares, no primeiro trimestre de 2020, mais 22% quando comparado com o mesmo trimestre de 2019 e um lucro de 1 milhão de dólares.

Mais surpreendente foram os novos 6 milhões de subscritores que a Spotify conquistou neste trimestre. O serviço tem agora 130 milhões de subscritores pagantes em todo o mundo e 286 milhões de utilizadores ativos por mês.

Após a apresentação de resultados, as ações da Spotify subiram mais de 11%.


GAFAnomics® [ga-fɑː-nom-iks], substantivo: Novo modelo económico em rede, inspirado pelos GAFA – Google, Apple, Facebook e Amazon – que integra Unicórnios (startups com valorização acima de mil milhões de dólares), gigantes chineses de tecnologia e todas as empresas que mudam as nossas vidas através da tecnologia e inovação.

Outros acrónimos de empresas que seguem estratégias GAFAnomics®:
NATU – Netflix, AirBnB, Tesla e UBER
BATX – Baidu, Alibaba, Tencent e Xiaomi (os GAFA chineses).

Durma descansado, os GAFA estão a trabalhar… possivelmente para transformar (disromper) a sua indústria.

ESTUDOS GAFAnomics®:

The We Company: is real estate a disruptable industry?
Slack, the future workplace
WeChat: The shape of the connected China
TESLA: Uploading the Future

GAFAnomics: Nova Economia, Novas Regras
GAFAnomics: 4 super poderes, na Network Economy
UBER: O vírus dos transportes
Amazon: O império escondido
Facebook: A startup perfeita
LinkedIn:  A rede séria

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Nuno Ribeiro
Country Manager da agência de inovação FABERNOVEL. Autor do livro Gerir na Era Digital (2011). Licenciado em Economia pela Universidade Católica de Lisboa, onde também concluiu um curso avançado de Gestão de Empresas Tecnológicas e uma pós-graduação em Gestão de Media e Entretenimento. Diretor a unidade Negócio Multimédia do grupo Controlinveste (2008 a 2012). Diretor da unidade de negócios de Internet do grupo Cofina Media (1999 a 2008). Consultor do secretário de Estado da Comunicação Social para a área digital (1997 a 2002).
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