Futuro da moda são os dados?

supertoast-profile Uma nova geração de e-retalhistas está a aproveitar o conhecimento sobre cada cliente, através da recolha de dados, para conceber novas experiências.

supertoast-profile A Ivyrevel, marca da H&M, juntou-se à Google para conceber vestidos personalizados que resultam da análise do estilo de vida de cada consumidor, durante um período pré-definido.


A digitalização permitiu a conceção de novas experiências à medida, baseadas no conhecimento sobre cada cliente. Se isto é verdade na área de media e entretenimento, por exemplo, também o é na área da moda, na qual está a surgir uma nova geração de e-retalhistas que se apoia no conhecimento sobre os seus clientes para a conceção de uma oferta personalizada. Os dados são o novo “petróleo”, como costumamos dizer na FABERNOVEL.

Ivyrevel,  marca do grupo H&M, criou uma parceria com a Google para conceber vestidos com base em dados sobre o contexto dos seus clientes. Através da App Coded Couture, a empresa monitoriza toda a atividade do consumidor e o seu estilo de vida (localização, atividade física, condições meteorológicas, beacons nas rendondezas…), de forma a criar um vestido personalizado, que pode depois ser adquirido.

ivyrevel

Este é um exemplo de como as marcas estão a aproveitar as API’s (sugerimos que espreite o nosso estudo sobre como as API’s estão a mudar os negócios), abertas a programadores, para o desenvolvimento de novos produtos à medida.

Outras utilizações da API Awareness da Google: A App de imobiliário Trulia envia alertas ao utilizador sempre que este se encontra perto de open houses, está a caminhar e está bom tempo. Também a Runkeeper permite colocar um tag com as condições meteorológicas num post; e a App de streaming de música Superplayer Music sugere músicas com base na actividade e localização do utilizador.

O caso da IBM e da Marchesa 

A tecnologia está a transformar a indústria da moda: os materiais, a cor e outros detalhes de embelezamento das peças de vestuário são agora definidos por algoritmos. A Marchesa e a IBM, por exemplo, desenvolveram um vestido cognitivo, com recurso a várias ferramentas tecnológicas da IBM nas mais variadas fases de criação de um vestido de alta-costura. Entre outras coisas, foi feita uma análise aos comentários dos consumidores nas redes sociais e explorados efeitos psicológicos das cores e inter-relações entre emoções e estética, de forma a refletir os ideias da marca no produto final.

 

Empresas tecnológicas como fonte de inspiração

O facto de as tecnológicas que se posicionarem como empresas consumer-centric mudou a forma como os consumidores se relacionam com as marcas, não só na área da moda como em todas as indústrias.

Sugerimos que espreite a entrevista dada, à Fast Company, por Karen Harvey, consultora da Burberry, Coach, e Tiffany, que deixa pistas muito relevantes, não só para as empresas que operam na área da moda, como para todas as outras, sobre a importância de pensar como as empresas tecnológicas.

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A agência de inovação FABERNOVEL INNOVATE, ajuda as grandes empresas a desenvolverem o seu negócio à velocidade de uma startup, criando novos produtos e serviços focados na experiência do consumidor. Mais informação em: https://innovate.fabernovel.com

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