Nicholas Negroponte: Os livros físicos vão morrer dentro de 5 anos

O maior visionário da Era Digital – Nicholas Negroponte – referiu na semana passada numa conferência da CNBC que os livros físicos vão morrer dentro de 5 anos.  Estou certo que muitos estão cépticos sobre esta afirmação de Negroponte, mas vale a pena reflectir antes de dizer: “Impossível!”
Para muitos, esta realidade pode ainda estar longe, mas se percebermos a velocidade a que o iPad, Kindle, Nook e outros tablets estão a vender e a forma como as editorias e distribuidoras (como a Amazon.com), se estão a adaptar e a criar novos modelos de negócio e principalmente, como os consumidores estão a alterar a forma de consumo é fácil perceber que Nicholas Negroponte pode estar (como habitualmente) certo.

(…)The physical book is dead, according to Negroponte. He said he realizes that’s going to be hard for a lot of people to accept. But you just have to think about film and music. In the 1980s, the writing was on the wall that physical film was going to die, even though companies like Kodak were in denial. He then asked people to think about their youth with music. It was all physical then. Now everything has changed. … Read More

via TechCrunch

Sobre Nicholas Negroponte:

(…)Nicholas Negroponte, fundador do Media Lab do Massachusetts Institut of Technology (MIT), um dos primeiros e talvez o mais respeitado dos “visionários”, partilhou as suas ideias sobre o futuro, no livro “Being Digital” (Ser Digital) – Janeiro de 1995. Negroponte explica a base em que assenta toda a revolução digital: a transformação de átomos para bits. Ou seja, a passagem de muitos negócios do físico para o digital e o impacto que terá nas várias indústrias.(…)

 O início da Era Digital

 Vale a pena rever o video da apresentaçãoQuatro previsões para o futuro” de Nicholas Negroponte em 1984.

Muitos dos pontos apresentados por Negroponte são hoje realidade.
Steve Jobs viu certamente esta apresentação e foi quem melhor colocou em prática as visões de Negroponte. O “Interface Humano”, são um dos principais factores diferenciadores da Apple.

Tudo o que Negroponte referiu é hoje realidade (como ecrans para ler livros electrónicos), o fim do rato (da Apple na altura).

Até no nome de alguns dispositivos acertou (como foi o caso do “iTouch” – iPod Touch).

 

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