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Apple: Apresentação da nova Apple TV, novo iPad Mini e novos iPod Touch a 7 de Setembro

Nos últimos dias os rumores sobre os próximos lançamentos da Apple têm aumentado, e a cotação das acções  (NASDAQ:AAPL), desceram cerca de 5,19% nos últimos 6 dias. Ontem, depois de ter iniciado a sessão a descer para os 238,45 dólares (o valor mais baixo desde Abril) , recuperaram à medida que foi ganhando credibilidade que no dia 7 de Setembro a Apple irá apresentar novos produtos.
Steve Jobs prometeu quando apresentou iPad em Janeiro, que este seria um ano com muitos produtos, e até agora já lançou: Ipad, iPhone 4, novos Mac e Magic Trackpad.
No software, a actualização do sistema operativo iOS e um novo serviço que marca a entrada no mercado da publicidade com o iAd (que estou certo não será apenas para a área mobile…).

O que motivou a recente descida da cotação da Apple?
1) A rápida valorização que o título levou muitos investidores e especuladores a venderem com o objectivo de realizarem mais-valias de curto prazo.

2) Receio das expectativas sobre a performance dos resultados futuros da Apple
– O aumento da concorrência nos equipamentos de telemóveis com muitos fabricantes a adoptarem o sistema operativo Android.
– O expectável aumento de novos equipamentos tablet para concorrer com o iPad (como é o caso dos anunciados Blackberry Tablet e do Samsung Galaxy Tab).
– A anunciada entrada do Google no software de set-top box TV com a Google TV para concorrer com a Apple TV

O que vai ser anunciado no dia 7 de Setembro?

Samsung anuncia tablet: Galaxy Tab

O fabricante Coreano – Samsung – apresenta no dia 2 de Setembro em Berlim o seu Tablet: Galaxy Tab.
No video de teaser de apresentação são destacadas as funcionalidades (e que o irão diferenciar do iPad da Apple): Video Chamadas, o browser (Chrome) permitirá visualização de conteúdos em Flash (é a interpretação que faço do Full Webbrowsing) e o ecrãn terá 7 polegadas (mais pequeno do que o iPad que tem 9,7 polegadas).
O sistema operativo será o Android 2.2 do Google.

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Akamai e Limelight Networks na “lista de compras”

Na passada semana, em entrevista ao canal económico Bloomberg, a directora geral da Optimum Investment Avisors, Thyara Zerhusen, referiu que a empresa Akamai (NSDQ:AKAM) (líder na distribuição de conteúdos on line), é uma das empresas que pode ser alvo de uma aquisição.

A evolução positiva da cotação das acções na última semana, com uma valorização de 8,23%, podem indicar esse sentimento e já despertou o interesse dos investidores e especuladores.

De facto, há motivos para que alguns gigantes possam estar a avaliar a compra da Akamai.

imagesE qual o interesse para um gigante na aquisição da Akamai?
A Akamai tem uma rede de 65 mil servidores distribuídos por mais de mil empresas de telecomunicações em 70 países garantindo uma boa performance na distribuição de conteúdos. Este é um ponto crítico para garantir o sucesso de negócios on line que necessitam de alta disponibilidade.
A Akamai foi fundada em 1998 e o seu primeiro cliente foi o Yahoo!. Desde então a lista de clientes não pára de crescer, incluindo as maiores empresas mundiais de todos os sectores: Apple, Amazon, BBC, CNet, Google, IBM, Microsoft, Nasa, Sony,…
Hoje, a Akamai tem uma capitalização bolsista de 8,69 mil milhões de dólares.

A que gigantes pode interessar?
Na área das Tecnologias os potenciais candidatos a uma eventual aquisição da Akamai são: Apple, Amazon.com, Google, Microsoft, IBM e Intel.

Google comprou o site Like.com

O Google fez mais uma aquisição. Desta vez foi o site de pesquisa de produtos Like.com.
Para além do negócio gerado por este site, o domínio Like.com deve ter sido altamente valorizado numa altura em que o Google prepara uma rede social para concorrer com o Facebook onde o “Like” visível em muitos sites e é associado ao Facebook.

O nome de código divulgado é Google Me, mas é uma má opção pois a Apple tem o domínio Me.com que neste momento é utilizado para o serviço Mobile Me, mas que pode vir a agregar mais serviços e quem sabe também uma rede social com conteúdos do iTunes: músicas, filmes, apps, etc.?

O nome e domínio Like.com pode, por isso, ser uma boa opção para o Google baptizar a sua rede social onde poderá agregar também os serviços actuais do Like.com.

Qual das tecnológicas teve melhor desempenho bolsista nos primeiros seis anos: Microsoft, Apple ou Google?

Todos temos a percepção, do rápido crescimento e da performance bolsista do Google, mas a análise comparativa com os “rivais” Apple e Microsoft é interessante e surpreendente aos dias de hoje.

A Apple foi a primeira a entrar em bolsa (OPV – Oferta Pública de Venda), em 12 de Dezembro de 1980. Seguiu-se a Microsoft em 14 de Março de 1986 e o Google em 19 de Agosto de 2004.

Apple, Google, Microsoft, Nokia, Sony e Amazon

Titãs em competição pelo “Monopólio de Consumidores” e “Portagem na Ponte”

Os (actuais) principais players mundiais na criação e definição dos caminhos futuros na Era Digital são: Apple, Google, Microsoft,Nokia,Sony e Amazon.

Todos eles criaram ecossistemas, não compatíveis e tentam ganhar a maior quota em vários mercados e sub-mercados em que actuam, e apostam forte na alavancagem
de posições entre os vários mercados. Por isso, a diversificação de negócios é vital para conseguirem posições dominantes mas, aumenta fortemente a complexidade
na gestão.

A gestão estratégica e operacional em cada um dos sub-mercados onde actuam é um factor determinante para garantir o sucesso.

Perseguem aquilo a que Warren Buffet apelidou de “Monopólio de Consumidores” e “Portagem na Ponte”. Sabem que “The Winner Takes it All”, e por isso, não poupam esforços, tempo e investimentos porque pode não haver “prémio” para o segundo. Sabendo, no entanto, que haverá alguns mercados onde poderão existir fortes concorrentes (por exemplo, o caso da RIM com os Smartphones Blackberry).

Warren Buffet Chairman & CEO, Berkshire Hathaway

Nesta “corrida” um factor determinante é a simbiose entre dispositivos e serviços (online), como forma de defender e fechar aos concorrentes a capacidade de entrar junto dos clientes captados.

Os consumidores passam a ter “barreiras à saída”. A integração de serviços entre os vários dispositivos da marca garantem maior fidelização e menor elasticidade sobre o preço do lado da procura. Por isso, o objectivo neste momento é conseguir a maior quota em cada um dos mercados e criar efeitos de alavanca entre eles. A concorrência é feroz, a contínua evolução tecnológica associada à possibilidade de entrada de novos players e as rápidas alterações de consumo de Media são variáveis importantes e a considerar por qualquer um dos referidos titãs.

Segue uma breve análise à presença de cada um nos mercados (esub-mercados):
Hardware/Dispositivos, Software, Web e Distribuição On Line Digital.

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A indústria dos videojogos

A evolução das tecnologias de informação permitiu não só um maior acesso à informação e comunicação em múltiplas plataformas mas também ao entretenimento. Os videojogos saíram das arcadas e dos salões de jogos para os lares e bolsos (consolas portáteis e telemóveis) dos utilizadores. A indústria de videojogos é das que tem tido maiores taxas de crescimento (na área de Media & Entretenimento) e apresenta maior potencial de crescimento para os próximos anos. Para tentar perceber o porquê desta tendência é importante analisar:

  • Mercado dos videojogos
  • Fontes de receita
  • Público / perfil dos “gamers” (jogadores)
  • Publicidade nos videojogos

Os Media na encruzilhada entre a crise e a revolução digital

Há imagens que guardamos para sempre na nossa memória e, nos últimos meses, tenho recordado com frequência a minha primeira aula de Economia com o Professor João César das Neves, que depois das devidas apresentações, projectou um acetato com um gráfico ciclos económicos e as crises que pontuaram a História.

A crise que hoje vivemos tem contornos diferentes das anteriores e coloca-nos perante novos desafios a nível de políticas macro-económicas, regulação e de gestão nas empresas.

Como sempre, nestas situações, chegou o momento de agir com frieza, coragem e responsabilidade, mas antes, há que repensar com urgência os modelos de negócios.

As palavras sinergia e reestruturação, que muitas vezes se repetem dentro das organizações têm urgentemente que deixar de ser palavras para ser acções, com a consciência de que são uma necessidade vital para garantir a eficácia nas operações e a sua rentabilidade.

A Googlemania das aquisições

GoogleHoje, já todos perceram a importância que o Google tem na nossa sociedade e, apesar de ser uma empresa tecnológica, é um bom exemplo que prova a importância de “talentos” (humanos) nas organizações. Sem as pessoas certas no negócio, o Google não teria sido um sucesso, que bate os seus concorrentes e supera os seus próprios recordes.

A cultura que esses “talentos” imprimiram nesta empresa americana, nascida numa garagem da Califórnia é única. Podemos testemunhar que o ADN do Google é de uma forte capacidade de adaptação, reage muito rápido às tendências e mudanças, é criativo, inovador e concretiza projectos. Com esta forma de ser e agir, as pessoas que fazem o Google marcaram um novo ritmo no mercado, tendo ao longo dos seus dez anos efectuado parcerias e aquisições estratégicas que tem acelerado o seu crescimento e “junto as pontas” na cadeia de valor do mercado digital.

Internet com mais video ou televisão mais interactiva?

Mal surgiu a Internet, logo se percebeu que seria uma plataforma universal onde todo o tipo de dados poderiam proliferar em prol da comunicação mundial.
Uma das aplicações que marcou o arranque e que abriu caminho, em 1995, foi o Real Audio que levou muitas rádios a entrarem no ciberespaço, resolvendo mesmo problemas de alvarás, como era o caso da mítica britânica e “sempre” pirata Radio Caroline.

OPA da Microsoft ao Yahoo! e os próximos capítulos…

Os últimos tempos do Yahoo! têm sido difíceis com o “loop” entre descidas de resultados, anunciados trimestralmente, e vários problemas na organização. Os accionistas bem tentaram colocar “rumo” no Yahoo! (NASDAQ:YHOO) , quando há sete meses, afastaram Terry Semel do cargo de CEO (passando a Chaiman não-executivo) e nomearam um dos fundadores da companhia, Jerry Yang para tentar recuperar os resultados.

Durante o último ano, foram conhecidos alguns contactos entre a Microsoft (NASDAQ:MSFT) e o Yahoo!, mas o mercado estava longe de suspeitar que poderia estar a preparar-se uma Oferta Pública de Aquisição (OPA).