O Schibsted foi das empresas que melhor anteviu o poder da Web e hoje 62% das suas receitas provêm do digital. O grupo de Media reforçou a sua aposta em tecnologia e prepara-se para revolucionar a experiência dos leitores.
Como é que os players tradicionais se estão a posicionar para concorrer com as novas empresas de Media? Quais as principais tendências no consumo e distribuição de conteúdos na Era Digital? Que novos modelos de negócio estão a emergir? Partilhamos consigo as nossas análises às inovações que estão a impactar a indústria de Media, Entretenimento e Telecomunicações.
O Schibsted foi das empresas que melhor anteviu o poder da Web e hoje 62% das suas receitas provêm do digital. O grupo de Media reforçou a sua aposta em tecnologia e prepara-se para revolucionar a experiência dos leitores.
Já não há dúvidas de que o Facebook é uma empresa de Media e que está a fazer um grande investimento na área de vídeo. A empresa fez all-in e vai desafiar os líderes da indústria de TV com o lançamento de uma App para boxes como a Apple TV. Objetivo? Captar mais receitas em publicidade.
A Condé Nast está a alargar e diversificar o seu modelo de negócio com a criação de um site de e-commerce. O grupo de Media está a utilizar tecnologias de inteligência artificial para fazer recomendações e mostrar aos utilizadores os conteúdos que lhes são mais relevantes.
O Facebook mantém a sua cultura “Move Fast and Break Things”, sem medo de falhar e com uma visão a longo prazo. É, por isso, que a empresa está a trabalhar na tecnologia de comunicação do futuro: telepatia.
A ambição da Apple de se tornar num concorrente de Hollywood e da indústria de streaming de vídeo e de música é, cada vez mais, evidente. A empresa vai utilizar a Apple Music para testar o mercado em relação a conteúdos originais de vídeo.
O conteúdo continua a ser Rei na Era Digital e os players over-the-top Tv estão a posicionar-se para captar estes ativos e enriquecer os seus serviços de streaming. A Hulu está a implementar a estratégia que, tudo indica, a Apple está a tentar desenvolver, o que poderá despertar o interesse para uma possível aquisição a um preço bastante mais baixo do que o Netflix.
Se trabalha nos Media e procura a “fórmula mágica” para transformar a sua empresa é aqui que a vai encontrar.
O Washington Post reinventou-se à velocidade de uma startup, nos últimos três anos, sob o comando de Bezos, dando ênfase, sobretudo, ao desenvolvimento de conteúdos de grande relevância e a uma cultura que estimula a inovação.
Robert Scoble, um dos bloggers de tecnologia mais influentes da atualidade, partilhou a sua visão privilegiada sobre o futuro das realidades virtual e aumentada, revelando que o próximo iPhone com realidade misturada trará, brevemente, esta tecnologia para as mãos dos consumidores.
Na Era digital, o conteúdo continuará a ser rei, mas a sua produção acarreta elevados custos, pelo que o Facebook está a saber aproveitar os media e personalidades relevantes para captar conteúdos de áudio e vídeo para a sua plataforma de livestreaming.
À semelhança da integração vertical entre a AT&T e a Time Warner, a 21st Century Fox vai comprar a Sky para tornar-se mais global, adquirir novos conteúdos e fortalecer a sua posição em relação à AT&T e Verizon e aos players digitais.
O Snap é um bom exemplo de uma startup que está a promover a sua expansão tendo como ponto de partida a sua visão e não os seus ativos. A empresa adoptou um posicionamento centrado nos millennials e na “gadgetização” da utilização da sua App.
Os Media necessitam de reinventar o seu negócio em torno da relevância e da criação de valor. A CNN comprou a App Beme e vai lançar uma nova marca de Media recorrendo à tecnologia mobile para chegar a uma audiência mais jovem e captar novas receitas de publicidade digital.
A Amazon prepara-se para uma enorme expansão global do seu serviço de streaming de vídeo. Com a tendência para a “Over the Top TV” a crescer, é cada vez mais claro que o consumo de televisão está a migrar para as plataformas online.
Maurice Lévy, ex-CEO do Grupo Publicis, acredita que a fusão entre operadores de telecomunicações e empresas de Media é uma forma inteligente de as telco captarem conteúdos exclusivos para atrair ou fidelizar a sua audiência, sendo uma tendência com propensão para crescer.
Análise de dados, distribuição de conteúdos on-demand e em realidade virtual, experiências ultra modernas nos estádios… e se a NBA for o melhor exemplo de transformação digital?
Os conteúdos continuam a ser Reis na Era Digital. A “corrida” às empresas de Media está de volta e agora com mais força.
O sucesso dos conteúdos originais ajudou o Netflix a captar 87,6 milhões de assinantes em todo o mundo. A chave da empresa tem sido aproveitar o conhecimento que tem sobre cada utilizador para gerar um catálogo único de filmes para cada um deles, criando relações íntimas duradouras.
O Facebook apresentou uma nova experiência social revolucionária em realidade virtual, na qual os utilizadores vão poder partilhar experiências e aventuras em cenários reais. A experiência promete impactar diversas áreas: Edtech, publicidade, e-commerce, turismo ou entretenimento.
O papel de serviços agregadores de conteúdos, como o Netflix e o Spotify, está, cada vez mais, a sobrepor-se ao papel dos operadores de telecomunicações, que ficam reduzidos a distribuidores de serviços de telecomunicação.
Com a aquisição da Urban Engines, a Google quer redefinir o conceito de deslocação a nível global, criando um sistema operativo urbano, que fornece análises preditivas sobre deslocações urbanas – algo valioso para marketers e retalhistas.
Amazon vai transmitir eventos desportivos em direto tornando-se numa verdadeira ameaça para os players tradicionais de TV, que têm estes conteúdos como uma grande fonte audiência e receita.
A compra da DreamWorks Animation, por 3,8 mil milhões de dólares, permitirá à Comcast seguir os passos da Disney e fortalecer os seus negócios de TV, filmes e parques temáticos.
À medida que as grandes tecnológicas apostam na realidade virtual e aumentada, abrem-se novas oportunidades de negócio para diferentes indústrias.
O mobile está a assumir-se como a plataforma de referência para os utilizadores e é um dos grandes responsáveis pelo crescimento exponencial das receitas de publicidade da Google e Facebook.
O Late Shift é um filme interativo que permite ao espectador tomar decisões pelo protagonista, em tempo real. Este formato inovador é um bom exemplo da transformação da indústria cinematográfica.
Com a aquisição da Yahoo! a Verizon reforça a sua posição no mercado da publicidade e de conteúdos.
A fronteira que separava as TMT – Tecnológicas, Media e Telecomunicações está a terminar.
Enquanto os políticos e os media sociais competem por votos e audiência, Elon Musk planeia um novo modelo de democracia… para aplicar em Marte e talvez na Terra!
Os Media chocam de frente com uma nova realidade, as tecnológicas “tomaram de assalto” o seu negócio. E os seus gestores estão confusos com esta nova realidade… bem-vindos à Era Digital!
Jogo de realidade aumentada “Pokémon Go” ultrapassa o Twitter em utilizadores diários e o Facebook em envolvimento.