O Reverse Mentoring é um verdadeiro cálice de rejuvenescimento para a cultura empresarial do negócio.
Opinião da equipa FABERNOVEL sobre diferentes indústrias, metodologias de inovação, tendências e players inovadores.
O Reverse Mentoring é um verdadeiro cálice de rejuvenescimento para a cultura empresarial do negócio.
O South-by-South-West é conhecido por ser o ponto de encontro das mentes mais visionárias nas áreas da cultura, tecnologia e indústria. Mais do que as últimas novidades, este é evento muito ligado às grandes tendências de inovação. Conheça os 5 destaques da equipa da FABERNOVEL nos Estados Unidos.
O empreendedorismo dentro de uma empresa pode ser bastante benéfico para as grandes organizações, uma vez que promove novos métodos de trabalho e de organização que irão ajudar na criação de um ambiente favorável à inovação.
A Indústria 4.0 não é apenas uma transformação económica. O seu impacto sobre a sociedade será enorme.
Um modelo de gestão sem silos, que garanta uma visão única do cliente (online e offline), é o desafio para as empresas user-centric.
O mapa da experiência pode ser uma ferramenta extremamente valiosa para a sua empresa, pois permite identificar os pontos de atrito no percurso do utilizador, melhorar a experiência e criar produtos e serviços user-centric.
As interações digitais têm sido um grande impulsionador da experiência e do tráfego em lojas físicas e os produtos dos gigantes tecnológicos são um recurso bastante relevante. O sucesso das marcas de retalho irá depender fortemente da sua capacidade de oferecer uma experiência integrada de todos os canais.
A notoriedade de uma marca assenta nas emoções que os seus produtos e serviços geram quando são utilizados. Apple e Google passam valores reais, geram valor de utilidade e respondem a necessidades básicas que nos simplificam a vida. E é por isso que, hoje, são Super Love Brands.
A definição da missão de uma empresa tornou-se uma forma indispensável para conquistar ou manter um lugar no futuro. É uma fonte inesgotável de inspiração para identificar modelos de negócio e reinventar o core business.
A inteligência artificial está nas bocas do mundo, mas não nos devemos esquecer de que, enquanto área académica, esta tem uma história longa e complexa e que não é a primeira vez que gera elevadas expectativas. O atual entusiasmo é só um novo frenesim ou marca o nascimento de uma nova era?
As plataformas digitais permitiram às empresas de comércio electrónico um nível de conhecimento exato dos seus consumidores, que impulsionou o surgimento de novos modelos de negócios de comércio de produtos.
O setor imobiliário encontra-se em plena transformação e o digital tem um papel determinante na aceleração desta revolução. Nos próximos anos, assistiremos à passagem de um modelo de propriedade para um modelo de acesso, “on-demand”.
O que sabemos hoje sobre como serão as nossas futuras casas? Tendencialmente, todos os nossos objetos estarão ligados à Internet e comunicarão entre si e nós comunicaremos com eles através de voz.
Não existe uma fórmula específica para envolver os millennials, contudo para construir um modelo de organização híbrido são vitais uma boa comunicação interna e a criação de equipas multidisciplinares, que respeitem os valores e a visão global.
Depois dos telemóveis e smartphones terem alterado a forma como comunicamos e nos relacionamos, a realidade virtual e realidade aumentada preparam-se para entrar no nosso dia-a-dia e voltar, a provocar uma nova revolução.
Análise de dados, distribuição de conteúdos on-demand e em realidade virtual, experiências ultra modernas nos estádios… e se a NBA for o melhor exemplo de transformação digital?
A autonomização das coisas, a subdivisão de postos de trabalho em tarefas e a descentralização de produtos ou serviços revelam uma desagregação da nossa economia em ínfimas unidades mensuráveis: uma Economia Granular onde tudo pode ser transformado em cash flows!
Vários fabricantes de automóveis estão a impulsionar um futuro cada vez mais partilhado, personalizado e on-demand. Muito em breve, já não vamos precisar de possuir um carro para poder usufruir dos seus benefícios.
As inovações na área da saúde surgem de vários lados, de várias indústrias e prometem alterar a forma como nos conhecemos. A percepção que temos, no dia-a-dia, sobre o nosso bem-estar e a nossa qualidade de vida estão a transformar-se.
A nova geração de players Fintech não tenta só digitalizar a experiência bancária tradicional, reinventa as utilizações e simplifica drasticamente a experiência do utilizador até torná-la invisível. A experiência do utilizador é a nova batalha no setor bancário.
Desde cedo, Portugal demonstrou possuir uma veia arrojada na procura pelo “novo”. O ecossistema de empreendedorismo do país detém este mesmo ADN, tendo várias empresas portuguesas sido pioneiras no desenvolvimento de produtos e serviços disruptivos a nível mundial.
Atualmente, os carros autoguiados, os carros elétricos e a aposta no conceito de partilha são já tendências com um grande impacto em áreas chave da mobilidade.
O futuro do retalho será um continuum entre o online e o offline: combinar o poder dos dados e do conhecimento do cliente com os novos padrões de experiência, para voltar a enquadrar o papel da loja física no percurso do cliente.
O rosto da agricultura está a mudar mais rápido do que alguma vez foi visto: com o surgimento da plantação de precisão, automatização e práticas orientadas por dados recolhidos por sensores.
As grandes plataformas mundiais estão a receber uma quantidade incrível de dinheiro… portanto, porque é que não podemos receber a nossa parte quando nós e os nossos dados pessoais são um produto tão atraente para os anunciantes?
O mundo dos transportes está num ponto de viragem, nos próximos cinco anos viveremos uma nova e diferente realidade na área da mobilidade.
Para quê carta de condução se já há, e haverá ainda mais, carros autoguiados? E porquê um carro a combustível se já há elétricos? E carro para quê, se hoje já temos carros on-demand?
Ao contrário do que muitos poderiam pensar, esta é uma boa notícia para a Apple…
Quantas App’s tem instaladas no seu smartphone? E quantas utiliza diariamente?
Como podem as App’s invisíveis ser mais relevantes do que uma App tradicional?
Comentário no Económico TV ao estudo da FABERNOVEL – UBER: O vírus dos transportes.